Jean-Claude Juncker, primeiro-ministro do Luxemburgo, foi a primeira escolha consensual para o cargo que agora o nosso Durão parece ter aceitado. Só que o ingrato, não contente com as carradas de "prestígio" e "mais-valias" que iriam desaguar ao seu pequeno país por via de uma tal escolha, resolveu recusar.
Consta que o homem se recordou de um compromisso eleitoral que tinha assumido com os seus concidadãos. Imagine-se a cobardia e o egoísmo: virar costas a um desafio europeu desta magnitude por causa de uma minudência insignificante. Mas que interessam os votantes do Luxemburgo a quem quer que seja? Vê-se mesmo que o tal Juncker não tem fibra de verdadeiro estadista...
Infelizmente tenho de concordar consigo neste ponto.
Afixado por: André em junho 28, 2004 03:47 PMEste senhor foi eleito ESTE mês, em Junho de 2004. Ou seja, nem sequer tomaria posse: ia-se embora no mês em que foi re-eleito.
A comparação é um bocadinho forçada, não é?
jcd
Afixado por: jcd em junho 28, 2004 04:34 PMNão; não é. Abandono de um mandato é isso mesmo, independentemente de faltar cumprir metade do dito, ou quatro quintos, ou seis sétimos, ou...
Afixado por: Luis Rainha em junho 28, 2004 05:16 PMAbandono de um mandato foi o que fez Sampaio, quando foi para presidente da República, deixando alguém não eleito na CML.
Explicou ele que foi chamado a funções mais nobres. O que se passou na CML é mais ou menos o que se passa agora em Portugal.
O primeiro-ministro do Luxemburgo acabou de ganhar eleições, nem sei se já tomou posse. E ia-se embora...
Parece-te a mesma coisa???
jcd
Afixado por: jcd em junho 28, 2004 06:08 PMDevia haver uma Lei Bosman para a Política, contratávamos já esse Juncker e outros que tais e exportávamos os chernes todos para o estrangeiro.
Afixado por: Dúvidas em junho 28, 2004 06:10 PMO meu Cocó não diria melhor - só qie talvez a linguagem não fosse tão apurada!
Afixado por: Vi em junho 28, 2004 06:35 PMO problema é que esse Juncker não tem chama. Já o nosso Durão está cheio de gás.
Afixado por: José Mário Silva em junho 28, 2004 07:56 PMVotar para uma câmara é votar numa pequena lista, onde é claro quem é o número dois. Impossível seria surgir alguém que nem vereador é e reclamar para si a presidência da CML.
E,de qualquer forma, porque é que um erro do Sampaio tornaria este imbróglio mais aceitável, agora?