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outubro 07, 2004
A CORRIDA A BELÉM
Depois de Marcelo, Cavaco vem agora marcar terreno e não deixar o (outro) professor fugir. Ambos querem candidatar-se a Belém pela direita e, aparentemente, sem o apoio do governo. Até por aqui se vê a qualidade do mesmo. Por outro lado, para quem vê esta disputa de fora, chega a ser divertido. Apesar de ambos os professores terem razão, e isso não ser nada divertido: estamos perante um caso de censura dissimulada.
Publicado por Filipe Moura às outubro 7, 2004 06:55 PM
Comentários
e eu que pensava que o candidato da direita não apoiado pelo governo ia ser o Freitas do Amaral.
A verdade é que estamos tão á direita que pessoas como o Freitas, o Marcelo ou o marques Mendes até nos parecem uns tipos do centro. Apre !!!
Publicado por: Pedro Farinha em outubro 7, 2004 07:08 PM
É verdade, Pedro. E o Freitas, quando dirá alguma coisa?
Publicado por: Filipe Moura em outubro 7, 2004 07:15 PM
Desses dois venha o diabo e escolha!
Publicado por: cachucho em outubro 7, 2004 08:23 PM
Em declarações à Rádio Renascença, Cavaco Silva considerou que se a saída de Marcelo Rebelo de Sousa "configura uma forma de censura, ainda que encapotada, uma limitação à liberdade de opinião própria de uma democracia pluralista", então o país está "perante um caso muito, muito grave".
Afirmando que as análises que Marcelo Rebelo de Sousa fazia na TVI todos os domingos tinham "indiscutível qualidade", Cavaco Silva considerou ainda ter havido "um tremendo erro da parte dos que estão por detrás do seu afastamento".
Estou de acordo com o Prof. Cavaco com quase tudo. Menos com a “indicutivel qualidade” das análise de Marcelo . A qualidade dos comentários do Prof. Marcelo é para mim muito discutível. OS comentários eram de grande ligeireza em quase todos os domínios: Nos livros que recomendava e por onde só tinha passado os olhos, na preferência pela politiquice ao invés da politica das grandes questões, porque era de facto tendencioso ( e não me estou a referir ao comentários ao governo PPD-PP) e porque finalmente não evitava misturar tudo isto com qualquer outro assunto que calhasse (futebol, musica, política internacional, etc). Muito mau, muito popularucho. O que não invalida em nada a condenação que deve ser feita ao seu silenciamento.
Mas como diz uma amigo meu, gostos não se discutem, lamentam-se.
Publicado por: Sacha em outubro 8, 2004 01:54 AM